Realidade Virtual,  Realidade Aumentada ou Realidade Mista? – O Guia Definitivo

Realidade Virtual, Realidade Aumentada ou Realidade Mista? – O Guia Definitivo

Grande parte da população mundial já é familiar com os termos Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista. Mas, será que as pessoas realmente compreendem a diferença entre as tecnologias?

Para desmistificar qualquer conceito ou dúvida sobre esse assunto, elaboramos um guia completo explicando, em detalhes, o que são e como surgiram Além, claro, das aplicações dessas novas tecnologias que estão surgindo.

Nesse post compilamos as principais informações sobre essas tecnologias para você. Confira a seguir!

Realidade Aumentada (RA) – Augmented Reality (AR)

Para entender a origem da Realidade Aumentada, temos que voltar um pouco no tempo. Mais precisamente em 1968, quando Ivan Sutherland desenvolveu o sistema que é conhecido como marco inicial da Realidade Aumentada: o Head Mounted Display, ou HMD como é mais conhecido. Considerando a época, não podemos esperar uma grande qualidade nas imagens que eram compostas de wireframes Além disso, o capacete era tão pesado que era necessário estar colado no teto.

O termo Realidade Aumentada em si, só surgiu na década de 90 e daí iniciou-se o conceito:

“Realidade Aumentada é a inserção de objetos virtuais no ambiente físico, mostrada ao usuário, em tempo real, com o apoio de algum dispositivo tecnológico, usando a interface do ambiente real, adaptada para visualizar e manipular os objetos reais e virtuais.” KIRNER, T.G(2008)

Um exemplo claro, que boa parte das pessoas vai entender, é o Pokemon Go!. Lançado em 2016 pela Niantic, Nintendo e The Pokémon Company para Android e iOS, o jogo se tornou febre mundial rapidamente por trazer para o mundo real Pikachu e sua turma.

pokemon-go

pokemon.com

Além do Pokémon Go!, outras aplicações de Realidade Aumentada estão chamando a atenção na internet. Uma dessas aplicações está sendo criada pela gigante Google em forma de animais, dinossauros, insetos em 3D e personagens – que você já deve ter visto por aí. Além, claro, do Google Expeditions.

edu.google.com/expeditions

Até agora você viu Realidade Aumentada sendo usada para gerar engajamento e entretenimento para os usuários. Mas, será que é só para isso que serve essa tecnologia?

Para que serve a Realidade Aumentada?

Existem diversas formas de aplicação de RA. De início, podemos usar essa tecnologia para promoções, branding e awareness. Por exemplo: nós, do xAR, sempre criamos diversas variações de Papai Noel para empresas que buscam fazer ações no Natal, de Páscoa ou outras datas comemorativas. Hoje, com a nova capacidade dos dispositivos móveis, é possível fazer muito mais.

Quer fazer o teste e projetar esse Papai Noel na sua casa? Clique aqui ou escaneie o QR Code abaixo com seu smartphone. Se Android abra no Google Chrome, se iOS no Safari.

Imagine que você precisa comprar um sofá. Não é uma escolha fácil, você precisa escolher a cor que mais te agrada e precisa saber, principalmente, se o sofá irá caber no ambiente que você deseja. Nesse momento, você pega a fita métrica e começa a medir, minuciosamente, cada canto da sua casa e imagina como ficaria o sofá em determinado lugar, certo?

E se você pudesse visualizar esse e diversos outros sofás na sua casa para que você escolha o que gosta mais?

Nesse aspecto, entra a Realidade Aumentada.

Quer testar esse sofá na sua casa? Abra esse link em seu smartphone ou escaneie o QR Code abaixo com seu smartphone. Se Android abra no Google Chrome, se iOS no Safari.

Para o varejo, a utilização também pode mudar fundamentalmente o que será necessário para comercializar os produtos. Neste mundo novo e emergente, as compras aumentadas têm um papel único e importante a desempenhar.

O aplicativo Wanna Kicks utiliza a Realidade Aumentada para permitir que o usuário experimente tênis online e tire fotos para analisar todos os ângulos. Além disso, com ele, também é possível experimentar produtos que ainda não foram lançados para vendas. Uma revolução na forma como realizamos compras online!

Um novo mundo para as compras virtuais com a Realidade Aumentada

Imagine um futuro em que seu cliente não faça mais compras examinando um catálogo de produtos. Mas, em vez disso, selecione um tipo de produto – seja uma calça, um carro ou uma mesa de jantar – e então disque e deslize interativamente até chegar às dimensões, cor e estilo perfeitos de tudo o que procura. Ele poderá, então, experimentar ou interagir com o produto em qualquer ambiente que desejar- tudo no conforto de sua própria casa. Essa visão é o que a Realidade Aumentada (AR) e a tecnologia 3D estão se transformando em realidade.

É uma revolução que se desenrola menos como um estrondo e mais como uma mudança lenta, mas poderosa, nas placas tectônicas. No entanto, isso não é motivo para complacência. Hoje, mais de 1 bilhão de smartphones e tablets podem oferecer experiências aprimoradas,  e no próximo ano, 100 milhões de consumidores deverão fazer compras usando AR online ou na loja. 

O apetite do consumidor está aumentando. Desde 2018, o número de usuários de AR móvel quase dobrou com o uso e a popularidade impulsionados, principalmente, pelas mídias sociais. Em 2020, a expectativa era de que 46% dos varejistas implantassem realidade aumentada ou virtual em suas marcas.

Quais outros segmentos podem usar a Realidade Aumentada?

Não é só a vida de empresas e consumidores que está sendo impactada com a utilização da Realidade Aumentada. A tecnologia também tem se mostrado útil na vida de pessoas que possuem alguma limitações físicas. 

Com a Realidade Aumentada, a rotina diária de pessoas que possuem limitações para utilizar o telefone ou digitar no computador, por exemplo, deixa de ser um problema. Gadgets como o Google Glass (olha o Google de novo aí), utilizam a Realidade Aumentada para auxiliar essas pessoas em tarefas básicas no dia a dia.

Google Glass

A tecnologia também pode ser implementada em situações de risco que algumas profissões sofrem em seu trabalho. Como no caso dos bombeiros, por exemplo. Foi pensando nisso que o designer Omer Haciomeroglu decidiu utilizar a Realidade Aumentada para criar o C-Thru, um capacete de bombeiros que oferece quatro ferramentas para quem o estiver usando, auxiliando, assim, nos resgates. O capacete possui um visor com sensor térmico, que mostra as zonas de calor do lugar em tempo real, um sensor que consegue mostrar para o bombeiro qual o formato do ambiente e dos móveis que estão ali, função de cancelamento seletivo de ruídos (como barulho das chamas) e destaque da voz humana, além de um sistema de comunicação direta entre os bombeiros.

A Realidade Aumentada também pode ser usada para treinamentos de trabalho, para automações de processos em linhas de produção, para manutenções de equipamentos industriais e muito mais. 

Diferenças entre Aplicativo, WebAR e SDK

O avanço da tecnologia e, principalmente, da utilização dela de forma descomplicada através de smartphones, tablets, e computadores, fez com que a Realidade Aumentada estivesse, cada vez mais, na palma da mão dos usuários. 

Mas, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a diferença na usabilidade de Aplicativos, WebAr e SDK. E, se você é uma delas, vamos explicar direitinho qual a função de cada um logo abaixo!

Aplicativo

Bom, dos três, esse é talvez o que você mais identifique dentro da sua rotina. Um aplicativo ou app, nada mais é do que um programa desenvolvido para processar dados eletronicamente. Eles podem ser encontrados, principalmente, em smartphones e outros dispositivos inteligentes, como Smart TVs. 

Eles possuem a função de facilitar a vida das pessoas, seja para estudos, localização, locomoção ou, claro, para diversão. É aí que os aplicativos que utilizam a Realidade Aumentada entram em jogo, como no caso do Pokemon Go! que citamos acima. 

Apesar de fácil acesso pelo usuário, os aplicativos não são tão simples de serem desenvolvidos. Isso porque, o processo passa pelas etapas de desenvolvimento por Wireframing, criação de storyboard, design, prototipação e, por fim, o desenvolvimento em backend (onde são estabelecidas a base de dados, servidores utilizados, APIs, etc. Tudo isso, antes do lançamento da versão beta do App, claro.

Existem diversos aplicativos focados no uso de Realidade Aumentada. Um bom exemplo é o Sketch AR que, basicamente, te ensina a desenhar por meio de RA.

WebAR

Com o WebAR, é possível ter acesso à realidade aumentada diretamente do navegador, sem a necessidade de instalar um aplicativo. Para isso, são utilizadas combinações de tecnologias que incluem ARCore, ARKit, WebGL e sensores do celular como giroscópio, acelerômetro etc. Essa combinação permite fazer a análise da imagem vinda da câmera do dispositivo em tempo real e assim projetar objetos 3D, Vídeos, Imagens e Botões no ambiente físico.

SDK

Sigla para Software Development Kit, o SDK consiste, basicamente, em um kit de ferramentas que os desenvolvedores podem usar para a criação de novas aplicações, sejam elas Web ou App. Além disso, o SDK também permite a adição de funcionalidades a produtos que já existem, sem a necessidade de programá-las do zero. 

Basicamente, SDK em Realidade Aumentada é utilizado quando a empresa já possui aplicativo próprio e deseja implementar experiências imersivas com RA. Ou seja, com o SDK, ao invés de ter que se criar algo novo, apenas se injeta um código de RA no aplicativo principal. 

Como funciona o Virtual Try-on?

Você já viu como é possível testar um sofá na sua casa, ou experimentar um tênis por meio da Realidade Aumentada.  Mas, agora, vamos ir um pouco além! O Virtual Try-on é uma tecnologia que permite que você teste, na sua casa, através de aplicativos ou Web, qualquer produto que desejar.

Muitas empresas estão apostando nessa tecnologia, que deixa a marca ainda mais próxima dos consumidores. Através de uma ferramenta de Try-on é possível simular um provador virtual dos produtos. Mas, para isso, a empresa precisa oferecer a tecnologia para o público.

Marcas como gigantes de cosméticos, óculos e roupas já lançaram seus provadores virtuais, o que está se tornando tendência no e-commerce. 

Cada marca disponibiliza o Try-on de forma diferente. Mas, a lógica é bem simples: selecione o produto, escolha entre fazer a prova utilizando a câmera do seu celular ou um fotografia já existente e teste!

Realidade Virtual: qual a diferença de Realidade Aumentada?

Apesar do nome dar a entender que são coisas parecidas, a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada possuem propósitos diferentes. Mas, ambas estão cada vez mais presentes na vida dos usuários das mais diferentes formas.

A Realidade Virtual leva o usuário para um novo mundo, criado pelo computador. Enquanto a Realidade Aumenta insere elementos e projeções gráficas no mundo real. O que faz com que a experiência proporcionada por cada uma delas seja única. 

Você já teve uma experiência onde foi transportado, totalmente, para um outro universo? Isso é muito comum em jogos e simuladores, que podem levar o usuário para qualquer lugar do mundo, por exemplo. Essa é a base da Realidade Virtual: criar um novo mundo totalmente digital.

Para que a Realidade Virtual funcione, é preciso de uma conexão com o uso de óculos especiais ou capacete de imersão. Além disso, podem ter outros equipamentos que simulam sensações, como no caso de jogos de Realidade Virtual de montanha russa, por exemplo. Neles, além do óculos, você também utiliza uma cadeira que simula os movimentos do carrinho. Tudo para tornar a sua experiência a mais real possível. 

Como surgiu a Realidade Virtual?

Ao contrário da Realidade Aumentada, a Realidade Virtual é bem mais antiga. Mas, não é possível datar, exatamente, quando essa tecnologia foi criada. Entretanto, os primeiros relatos embrionários do que vemos hoje são de 1838, quando o britânico Charles Wheatstone criou um óculos estereoscópico que tinha espelhos com uma pequena angulação na frente.

A primeira e mais precisa descrição do que viria a ser a Realidade Virtual surgiu em 1935, no conto “Os Óculos de Pigmalião”, de Stanley Weinbaum. Nele, os óculos aparecem como um teletransportador para um mundo surreal, que combina cheiros, sons e hologramas. 

Mas, foi somente nos anos 60 que o mundo viu avanços importantes relacionados à Realidade Virtual. Foi nessa década que Morton Heilig criou o Sensorama, uma mistura de fliperama com elementos sensoriais, como cadeira que se mexia, alto-falante, óculos com visor e, até mesmo, odores.

Na mesma época, Douglas Engelbart, responsável pelo mouse moderno, idealizou que um monitor poderia ser usado para mostrar informações contidas em um computador. Além disso, em 1961, engenheiros da Philco criaram o Headsight, que viria a se tornar o primeiro headset funcional de realidade virtual, ligado a um computador que gerava o mundo artificial e possibilitava a interação com objetos. 

Entretanto, o termo Realidade Virtual só foi oficializado em 1985, quando ex-funcionários da Atari decidiram montar sua própria empresa, a VPL Research, a primeira a lançar periféricos na área. Foi a partir daí que começamos a ver a Realidade Virtual como ela é hoje. A partir dos anos 90, a tecnologia começou a sair dos laboratórios de pesquisa e começou a ganhar a prateleira das lojas, principalmente de games!

Para que serve a Realidade Virtual?

Talvez você associe a Realidade Virtual ao entretenimento, uma vez que ela é mais usada em jogos. Mas, a Realidade Virtual tem um papel muito importante em outros setores, como os de treinamento, por exemplo. 

A Realidade Virtual consiste em um ambiente virtual onde os usuários podem ser inseridos, sendo transportados para uma simulação em uma dimensão computacional. E, para entrar neste “mundo paralelo”, o usuário pode contar com displays estereoscópicos, como headsets e óculos especiais para o ambiente simulado. 

Onde é possível vivenciar uma experiência de Realidade Virtual?

Os games ainda são a possibilidade mais viável de um usuário experimentar a Realidade Virtual, atualmente. Desde 2010, empresas como a Samsung, Microsoft, Google e Sony lançam produtos como os óculos e acessórios para que você possa experimentar a Realidade Virtual em casa. 

Segundo relatório da Zion Market Research, o mercado de Realidade Virtual Mundial deve ter um grande crescimento e gerar sua maior receita até 2026. Mas, esse crescimento não se limita ao desenvolvimento de jogos apenas. Muitos outros setores da economia já estão inserindo a Realidade Virtual em sua rotina – e colhendo os frutos.

Na educação, por exemplo, a Realidade Virtual tem sido uma excelente ferramenta para aprimorar a experiência de alunos e professores dentro e fora das salas de aula. Além disso, museus também têm se aproximado de seus visitantes oferecendo passeios virtuais por seus corredores. Um grande exemplo é o British Museum, que criou, em parceria com a Samsung, o aplicativo A Gift for Athena para que seus visitantes tenham uma experiência ainda melhor, contando a história através das estátuas de sua coleção.

No Brasil, a Pinacoteca de São Paulo e a IBM também fizeram uma parceria. Através do Watson, uma plataforma de computação cognitiva, os visitantes podem interagir com as obras existentes no local. 

Mas, não para por aí. Os benefícios da Realidade Virtual também se estendem para treinamentos militares, para a indústria, automobilismo, medicina e até mesmo para antecipar aquele gostinho da viagem. Empresas áreas como a Qatar e a Lufthansa disponibilizam óculos em suas salas de espera para que o viajante tenha uma prévia do que vai encontrar em seu destino final. 

Independente da maneira, a Realidade Virtual tem permitido que seus usuários ultrapassem fronteiras e tenham uma experiência incrível onde estiverem. 

Óculos de Realidade Virtual: qual a função?

Os óculos de Realidade Virtual são parte importantíssima da experiência do usuário. É através deles que é possível visualizar, de fato, a simulação em outra dimensão. Junto com o headset, você tem a base para iniciar sua viagem pelo mundo virtual. 

Essa experiência só é possível porque os óculos contam com lentes que causam o efeito chamado 3D estereoscópico, que muda a maneira como vemos as coisas ao nosso redor. Além disso, para que a qualidade da imagem fique ainda melhor, os óculos utilizam o recurso de head tracking. Ele, basicamente, consiste em uma calibragem junto ao software ao qual está ligado, o que permite uma identificação da sua posição e cria as imagens virtuais ao seu redor, como um mapa. Por isso que, ao utilizar um óculos de Realidade Virtual, ao virar a cabeça ou olhar em qualquer direção, você consegue ter uma visão realista e 360º do espaço. 

Aqui você consegue conferir como funciona a visão 360°

A tecnologia vem evoluindo e, além de óculos mais modernos, com visão ampliada, imersão 360º e sensação ultra realista,  alguns headsets também estão sendo atualizados para oferecer uma experiência ainda mais real. Isso ocorre por causa do áudio binaural, que já pode ser encontrado nos headsets de algumas marcas. 

E a Realidade Mista, como funciona?

Ela, basicamente, une o conceito de Realidade Aumentada e Realidade Virtual, projetando o mundo virtual no mundo real. Mas, qual a diferença entre as três? Provavelmente você já deve ter visto a aplicação da Realidade Mista (MR) em filmes, onde uma pessoa, em uma chamada de vídeo, ocupa um espaço real no ambiente, como uma espécie de holograma.

Na Realidade Virtual, na mesma chamada de vídeo do exemplo acima, você seria levado a uma simulação computacional onde você faria parte do universo da reunião. Já com a Realidade Aumentada, você apareceria no ambiente, mas sobrepondo todos os móveis ou obstáculos que houvesse. O que não acontece com a Realidade Mista, onde a projeção se encaixa ao cenário. 

Assim como a AR e a VR, essa tecnologia não é recente. Os primeiros a apresentarem este conceito foram Paul Milgram e Fumio Kishino em 1994, com o artigo “A Taxonomy of Mixed Reality Visual Displays”. Foi este artigo que introduziu o conceito do que chamamos hoje de Realidade Mista.

As aplicações da Realidade Mista também são infinitas. Desde facilitar reuniões, facilitar a visualização de projetos 3D, melhorar o compartilhamento de informações e, até mesmo, otimizar o ensino para os alunos. 

A Microsoft é uma das empresas que vem apostando na Realidade Mista no setor de educação. Segundo a empresa, a tecnologia ajudou a melhorar em 22% a nota dos alunos que utilizam tecnologia imersiva. Além de ter aumentado em 35% a participação e retenção dos alunos que aprendem com tecnologias imersivas e 3D.

E aí, conseguiu entender a diferença entre Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista? Quer saber mais sobre cada uma delas? Conta pra gente!

Pac-Man e Hello Kitty em Realidade Aumentada – Diversos personagens japoneses clássicos, agora disponíveis em RA no Google

Pac-Man e Hello Kitty em Realidade Aumentada – Diversos personagens japoneses clássicos, agora disponíveis em RA no Google

Não é novidade que o Google acrescenta novos conteúdos especiais nos seus mecanismos de busca. Animais, dinossauros, insetos e agora é a vez de Pac-Man e Hello Kitty em Realidade Aumentada. Além dos dois lendários personagens, o universo de RA do Google agora contém mais 12 personagens japoneses de sucesso que transitam entre os universos de Ultraman, Evangelion, Gundam e muitos outros que podem ser projetados em superfícies lisas e em diversos tamanhos.

Todos os personagens possuem animação própria. Hello Kitty, Kongimyun e Pompompurin também são capazes de dizer algumas frases em inglês e japonês.

Imagem: Google/divulgação

Além de Pac-Man e Hello Kitty em Realidade Aumentada, a lista contém 12 personagens diferentes que representam grandes sucessos da cultura japonesa:

  • Hello Kitty;
  • Pac-man;
  • Ultraman;
  • Ultraman Zero;
  • Ultraman Belial;
  • Gomora;
  • Evangelion (exibindo o EVA-01, pilotado por Shinji);
  • Gundam (exibindo as versões Penelope, Xi e Odysseus);
  • Cogimyun;
  • Taiko no Tatsujin;
  • Pompompurin;
  • Little Twin Stars.

Para acessar o conteúdo é muito fácil! Basta seguir o pequeno passo-a-passo abaixo:

1 – Baixe o app do Google (iOS) ou abra no navegador Google Chrome (Android).

2 – Pesquise por qualquer um dos personagens que estão na lista acima e role a tela até encontrar o personagem e o botão “Veja em 3D”.

Imagem: Google/divulgação

3 – Clique no botão “Veja em 3D”, isso te levará a uma tela de pré-visualização do personagem em 3D.

4 – Se quiser ver o personagem em seu ambiente, clique em “Veja no seu espaço” e aponte para o chão.

Obs. Possivelmente o Google irá pedir alguns acessos como câmera e microfone, é necessário que você libere esse acesso para conseguir visualizar a experiência.

E aí, fez o teste? O que achou? Conta para a gente nos comentários!